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Uma aplicação justifica-se quando há uso repetido

Trabalho fora da secretária, notificações, funcionamento sem rede. Quando não há nada disto, um site que assenta bem no telemóvel resolve melhor e custa menos — e dizemo-lo antes de orçamentar.

Sistemas e operação

O que está incluído

  • App para iOS e Android a partir de uma base comum
  • Aplicações web instaláveis quando não compensa a loja
  • Trabalho no terreno com sincronização depois
  • Publicação e acompanhamento nas lojas
  • Ligação ao sistema que a empresa já usa
Falar sobre aplicações móveis
Aplicação móvel desenhada pela equipa, em ecrãs de telemóvel

Para quem faz sentido

Quando faz sentido — e quando não faz

A pergunta certa não é "queremos uma app?", é "o que é que só uma app resolve?".

01

Equipas que trabalham no terreno, muitas vezes sem rede

02

Serviços com uso repetido, em que a app poupa passos todos os dias

03

Operações que precisam de notificações para acontecer a horas

Não tem a certeza? O diagnóstico responde em menos de um minuto.

Perguntas frequentes

O que nos perguntam sobre aplicações

Muitas vezes não. Se o uso é ocasional e não há trabalho offline nem notificações, um site rápido no telemóvel entrega o mesmo por uma fração do custo, e sem lojas pelo meio. Preferimos dizer isso na primeira reunião do que descobri-lo a meio do projeto.

Trabalhamos sobre uma base comum, que gera as versões para iOS e Android. Poupa tempo e mantém as duas iguais; quando alguma função exige mesmo código nativo, essa parte é feita à parte.

Nós, com as contas em nome do cliente. A submissão à App Store e ao Google Play tem regras próprias e chumbos são normais na primeira volta — faz parte do trabalho e está contado no prazo.

Não tem a certeza se precisa de uma app?

Três perguntas e dizemos-lhe se compensa — incluindo quando a resposta é não.