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Meta Ads para criar procura onde ainda não existe

No Google apanha quem já procura. No Facebook e no Instagram cria-se a vontade antes de haver intenção — e é o criativo que faz o trabalho pesado.

Comprar procura

O que está incluído

  • Públicos frios, mornos e de remarketing por etapa do funil
  • Produção de criativo em vídeo e imagem, pensada para o formato
  • Testes A/B de mensagem, formato e público
  • Catálogo e campanhas de venda para lojas online
  • Ligação ao pixel e às conversões da API

Para quem faz sentido

Este canal não serve a toda a gente

Se o seu caso não estiver aqui, dizemos no diagnóstico — e propomos o que fizer sentido.

01

Retalho e e-commerce com produto visual

02

Marcas que precisam de ser descobertas

03

Negócios com boa oferta mas pouca notoriedade

Não tem a certeza? O diagnóstico responde em menos de um minuto.

Perguntas frequentes

O que nos perguntam sobre Meta Ads

Depende da verba, mas a regra é simples: quanto mais se investe, mais depressa o público vê o mesmo anúncio vezes de mais. Quando a frequência sobe e o resultado cai, é sinal de que o criativo esgotou, não o público.

Pode funcionar, sobretudo em serviços onde o decisor também é utilizador. Mas se o alvo é um cargo específico numa empresa, o LinkedIn costuma sair mais barato por contacto qualificado.

Ajuda muito. Quem vê o anúncio vai espreitar o perfil antes de decidir, e um perfil abandonado desfaz o trabalho do anúncio.

Quer perceber se Meta Ads é o canal certo?

Três perguntas e mostramos por onde faria sentido começar — mesmo que a resposta seja outro canal.