Meta Ads para criar procura onde ainda não existe
No Google apanha quem já procura. No Facebook e no Instagram cria-se a vontade antes de haver intenção — e é o criativo que faz o trabalho pesado.
Comprar procura
O que está incluído
- Públicos frios, mornos e de remarketing por etapa do funil
- Produção de criativo em vídeo e imagem, pensada para o formato
- Testes A/B de mensagem, formato e público
- Catálogo e campanhas de venda para lojas online
- Ligação ao pixel e às conversões da API
Para quem faz sentido
Este canal não serve a toda a gente
Se o seu caso não estiver aqui, dizemos no diagnóstico — e propomos o que fizer sentido.
Retalho e e-commerce com produto visual
Marcas que precisam de ser descobertas
Negócios com boa oferta mas pouca notoriedade
Não tem a certeza? O diagnóstico responde em menos de um minuto.
Perguntas frequentes
O que nos perguntam sobre Meta Ads
Depende da verba, mas a regra é simples: quanto mais se investe, mais depressa o público vê o mesmo anúncio vezes de mais. Quando a frequência sobe e o resultado cai, é sinal de que o criativo esgotou, não o público.
Pode funcionar, sobretudo em serviços onde o decisor também é utilizador. Mas se o alvo é um cargo específico numa empresa, o LinkedIn costuma sair mais barato por contacto qualificado.
Ajuda muito. Quem vê o anúncio vai espreitar o perfil antes de decidir, e um perfil abandonado desfaz o trabalho do anúncio.
Quer perceber se Meta Ads é o canal certo?
Três perguntas e mostramos por onde faria sentido começar — mesmo que a resposta seja outro canal.