Uma loja online não é um site com botões de comprar
É stock que bate certo, portes que não comem a margem, um checkout curto e um back-office onde alguém consegue trabalhar todos os dias sem sofrer.
Construir de raiz
O que está incluído
- Catálogo, variantes e gestão de stock
- Pagamentos e portes ligados ao que já usa
- Checkout reduzido ao essencial para não perder o carrinho
- Ligação a faturação e a transportadoras
- Livro de Reclamações eletrónico e textos legais em ordem
Para quem faz sentido
Uma loja não serve a toda a gente
Há negócios em que o catálogo online vende, e outros em que só serve para começar a conversa. Dizemos qual é o seu antes de propor.
Quem já vende por mensagem ou telefone e não dá conta do volume
Quem tem stock a sério e precisa que o site e o armazém batam certo
Marcas próprias que querem deixar de depender só de marketplaces
Não tem a certeza? O diagnóstico responde em menos de um minuto.
Perguntas frequentes
O que nos perguntam sobre lojas online
Depende de quem vai gerir a loja no dia a dia e do que já existe na empresa. O WooCommerce dá mais liberdade e vive dentro do WordPress; o Shopify tira trabalho de manutenção de cima. Não há resposta certa fora do contexto — a escolha faz-se no diagnóstico.
Sim, sempre que o programa o permita. É a ligação que mais tempo poupa depois, e também a que mais vezes se descobre tarde: vale a pena pôr o assunto em cima da mesa antes de começar, não a uma semana do lançamento.
São regras de negócio, não são detalhes técnicos. Peso, volume, zonas, valor a partir do qual os portes são grátis, prazo de devolução: cada regra dessas é código. Quanto mais claras estiverem escritas, mais depressa a loja abre.
Quer vender online sem partir a operação?
Três perguntas e mostramos o que a loja tem de ligar antes de abrir.